Empresas Familiares
Qual o custo da demissão de um CEO?
Quando uma companhia decide demitir seu CEO, a primeira conta costuma ser a mais óbvia: rescisão, bônus, incentivos de longo prazo, cláusulas contratuais e outros compromissos assumidos com aquele executivo. Dependendo do caso, são valores relevantes...
Qual o custo da demissão de um CEO?
Quando uma companhia decide demitir seu CEO, a primeira conta costuma ser a mais óbvia: rescisão, bônus, incentivos de longo prazo, cláusulas contratuais e outros compromissos assumidos com aquele executivo. Dependendo do caso, são valores relevantes...
As vantagens ocultas do modelo familiar
Fala-se muito sobre os riscos de manter uma empresa familiar sem profissionalização. E com razão. A falta de estrutura pode custar caro. Mas tem uma outra parte dessa história que raramente ganha atenção: as forças que o modelo familiar carrega.
Por que o seu fundador ainda é CEO?
Recentemente, em um alinhamento para uma posição de CEO em uma empresa familiar que estava começando a organizar seu processo de sucessão, fiz uma pergunta ao fundador, que ainda ocupava a diretoria executiva: por que você ainda é o CEO...
Profissionalizar a empresa não significa afastar a família
Falar em profissionalização ainda desperta resistência em muitas empresas familiares. E eu, sinceramente, entendo o porquê. Quando a família está no centro da construção do negócio, a ideia de trazer executivos de...
A sucessão começa muito antes de existir um sucessor
Eu gosto de insistir em um ponto que, para mim, deveria ser mais óbvio do que ainda é: a sucessão começa muito antes de existir um sucessor. Antes de existir uma pessoa em vista. Antes de existir alguém pronto. Antes, inclusive, de a su...
As empresas familiares não precisam ser “profissionalizadas”
Quando escuto alguém dizer que uma empresa familiar “precisa se profissionalizar”, fico pensando no quanto essa expressão, muitas vezes, deslegitima o que essas organizações já são. Faço essa reflexão com bastante...
Sucessão é mais do que um documento na gaveta
Em organizações familiares, sucessão raramente é um tema neutro. Ela mexe com continuidade, legado, relações e com o futuro de quem está dentro e fora da família. Por isso, tratar o assunto como um exercício burocrático é, na prática, adiar uma conversa que quase sempre chega do pior jeito.
O que está por trás da negligência no planejamento sucessório?
O Evermonte Institute voltou a ouvir lideranças sobre um tema que raramente ocupa o espaço que merece nas organizações: a sucessão.