Liderança e Cultura
Alta performance e saúde mental: os dois lados da mesma moeda
Podemos continuar fingindo que alta performance exige insensibilidade, ou podemos aceitar que gente saudável entrega melhor, inova mais, fica mais tempo e constrói times mais fortes.
Todo mundo ama falar de cultura. Mas ninguém quer pagar por ela.
Tem uma pergunta que a gente precisa continuar fazendo — e que ainda incomoda muita gente: Por que o CHRO segue sendo uma das funções menos reconhecidas da alta liderança?
Você confiaria sua promoção à opinião da sua equipe?
Já participei de processos de Avaliação 360°. Vi de perto como funcionam e, mais importante, como deixam de funcionar. E tenho convicção: como ferramenta formal de avaliação, o 360° não entrega o que promete.
Por que o CHRO ainda está entre os menos valorizados do C-Level?
R$ 1,48 milhão ao ano. Esse é o valor médio total que um CHRO recebe nas maiores companhias do Brasil, segundo o Report de Remuneração Executiva 2025 da Evermonte. Parece alto? Pode até parecer. Mas é, na prática, um dos menores valores entre os principais cargos do C-Level.
A gestão de pessoas que parecia funcionar — até 2025 chegar
Em 2024, a sensação era de ajuste. A área de Pessoas parecia empenhada em consolidar tudo o que tinha mudado tão rápido desde a pandemia. E, de fato, alguns avanços foram reais. Mas agora é 2025. E o que parecia sólido, começa a ser testado de verdade.
O que explica a diferença de mais de R$1 milhão entre dois CEOs?
O desafio é semelhante. A pressão por resultados, equivalente. Mas a remuneração de um CEO pode variar em quase dois milhões de reais ao ano. O dado impressiona, mas não surpreende. E ela obriga tanto executivos quanto empresas a revisitarem a forma como encaram valor, impacto e proposta.
O processo existe. A gente só não segue.
Já vi decisões ruins nascerem de vários lugares. De pressa, de pressão, de falta de informação. Mas as piores, as que mais enfraquecem uma organização por dentro, normalmente não são tomadas por ignorância — são tomadas com consciência. A escolha já está feita, mesmo antes da conversa começar.
Por que podemos esperar uma alta movimentação de executivos de RH em 2025?
O ano de 2025 promete ser um período de grande dinamismo para os executivos de Recursos Humanos. Mas por que tantos líderes dessa área estão considerando uma movimentação profissional? Se analisarmos o cenário atual, percebemos que essa tendência não surge do nada – ela é reflexo de uma série de des
Você tem líderes prontos – mas eles querem continuar na sua empresa?
Muitas empresas celebram ter um pipeline de sucessão bem definido. Identificam talentos, investem em desenvolvimento, preparam os nomes certos para os lugares certos. Está tudo funcionando — até que não está mais. Porque nem sempre o sucessor quer suceder.