Liderança e Cultura
Cadê os incentivos de longo prazo que estavam aqui?
Durante muito tempo, os incentivos de longo prazo foram quase um “selo de senioridade”. Um sinal claro de que o executivo era visto como peça-chave da estratégia, alguém que ia construir valor no tempo — e colher junto com a empresa.
Planejamento sucessório: como criar modelos menos propensos a escolhas políticas?
A gestão de sucessão é um dos temas mais sensíveis e estratégicos dentro do ecossistema organizacional. Embora frequentemente estruturado sob o prisma da meritocracia, o processo sucessório é inerentemente permeável às influências políticas, sejam elas conscientes ou inconscientes.
A horizontalização é uma tendência. Mas será que ela é realmente positiva?
Uma análise mais acurada revela que a horizontalização, embora positiva em determinados contextos, está longe de ser uma solução universal. Afinal, até que ponto essa tendência representa uma evolução organizacional genuína e não apenas um modismo corporativo?
Arquitetura de cargos: limites estruturais e desafios na configuração organizacional
A estrutura de cargos é um dos pilares mais negligenciados dentro das organizações. Poucas empresas entendem que a forma como se organiza o desenho dos cargos impacta diretamente a remuneração, a percepção de valor dos talentos e a eficiência operacional.
Ciclos curtos = incentivos de curto prazo
A leitura dos pacotes de benefícios nas organizações brasileiras costuma ser feita pela ótica da oferta — o que as empresas estão dispostas a entregar. Mas os dados recentes sugerem uma inversão mais interessante: o foco deve estar na demanda.
Por que o bônus do fim do ano pode estar no lugar errado?
Uma pesquisa recente da Cornell University trouxe um insight que desafia o senso comum: recompensas imediatas aumentam mais a motivação do que bônus tardios, mesmo quando esses são maiores.
Estamos promovendo quem tem mais competência, ou quem fala melhor sobre si?
Há algumas semanas, participei de uma discussão interna sobre sucessão em uma grande companhia brasileira. Um dos nomes cotados para assumir uma das principais cadeiras da organização havia entregado resultados sólidos, consistentes, e com ótimo feedback dos pares. Mas havia uma dúvida no ar.
Como se tornar um candidato de alto potencial para a posição de CEO?
O caminho até a liderança executiva é repleto de desafios, e muitos profissionais promissores se perdem nessa trajetória. Decisões estratégicas equivocadas, falta de alinhamento com a cultura da empresa e ausência de um plano de desenvolvimento sólido podem minar até as melhores intenções.
O RH olha para as pessoas. Mas quem olha para o RH?
Se o RH é o pilar que sustenta o equilíbrio das organizações, o que acontece quando esses profissionais tão essenciais enfrentam sobrecarga e desafios que comprometem sua atuação? Quem assegura que suas demandas sejam reconhecidas e atendidas?